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El Comité Ejecutivo de CESCE se vuelca con los más necesitados

  • La alta dirección de la compañía participa en el voluntariado que clasifica los productos del Banco de Alimentos de Madrid

 

  • La entidad repartió en 2018 más de 20,6 millones de kilos de alimentos y atendió a 166.332 personas, entre ellas, 10.767 lactantes

 

Madrid, 20 de mayo de 2019.- El Comité Ejecutivo de CESCE se ha sumado al equipo de voluntarios que se encarga de las labores de clasificación de productos en el Banco de Alimentos de Madrid, entidad benéfica sin ánimo de lucro que el año pasado repartió más de 20,6 millones de kilos de alimentos entre las familias sin recursos. La compañía ha vuelto a apostar así por el firme compromiso con los más necesitados y con el Banco de Alimentos, con el que colabora desde hace 8 años.

En 2019, CESCE ha renovado su compromiso con los proyectos destinados a ayudar a los más desfavorecidos. Entre ellos, la participación activa en las labores de clasificación de los alimentos. La semana pasada, la alta dirección de CESCE, encabezada por el Presidente ejecutivo, Fernando Salazar, se sumó a la cadena de voluntarios encargados de clasificar los alimentos que después se distribuyen entre las personas sin recursos, a través de 553 entidades benéficas.

Además, conscientes de las necesidades sociales, este año CESCE ha financiado el proyecto de instalación de los equipos de refrigeración necesarios para la climatización de alimentos, ubicados en la nueva sede del Banco de Alimentos en Alcorcón. La compañía también está trabajando en la organización de un programa de voluntariado con el fin de consolidar su participación en las tareas de clasificación del Banco.

El Banco de Alimentos atendió en 2018 a 166.332 personas, entre ellas, 10.767 lactantes. Esta recogida gratuita de alimentos fue posible gracias a las donaciones de 356 empresas e instituciones, como CESCE, 388 colegios y entidades educativas y 250 empresas de alimentación.

CESCE colabora activamente con el Banco de Alimentos desde 2011, cuando la empresa participó por primera vez en la recogida de alimentos para la Operación Kilo (a través de la campaña “Tú donas un kilo, CESCE dona otro”). Desde entonces, participa cada año en estas campañas, un compromiso por el que fue galardonada en 2017. El año pasado, la solidaridad de empresa y empleados hizo posible conseguir, de nuevo, 4 toneladas de productos que fueron destinados al Banco de Alimentos de Madrid.

Banco de Alimentos

El Banco de Alimentos es una organización benéfica sin ánimo de lucro cuyo fin es la obtención, donación y distribución gratuita de alimentos entre entidades sin ánimo de lucro, legalmente reconocidas, dedicadas a la asistencia y al cuidado directo de personas necesitadas. La entidad cuenta actualmente con 387 voluntarios fijos.

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Entrevista a Rita Lacerda, Directora General y Country Manager de CESCE Portugal, en el Jornal de Negócios

O melhor apoio das empresas que vendem a crédito a outras empresas

  • Puedes consultar la entrevista íntegra aquí
  • Rita Lacerda repasa la trayectoria de CESCE y los proyectos para 2019 en el Jornal de Negócios de Portugal.
CESCE oferece soluções inovadoras na gestão do crédito comercial e dos riscos nos processos de internacionalização das organizações. Gere igualmente o seguro de crédito à exportação do Estado espanhol.

O melhor apoio das empresas que vendem a crédito a outras empresas
A CESCE é a casa-mãe de um grupo de empresas que oferece soluções integrais para a gestão do crédito comercial e também para a gestão dos riscos derivados do processo de internacionalização das empresas, estando presente em dez países, especialmente na Europa e América Latina. É também a Agência de Crédito à Exportação (ECA) espanhola que gere o seguro de crédito à exportação por conta do Estado em Espanha. A companhia é especializada em acompanhar os seus clientes em todo o seu ciclo de negócio, oferecendo assessoria e consultoria através dos seus serviços e ferramentas, que são as mais inovadoras do mercado. Com tudo isto, consegue consolidar-se como o quarto grupo mundial e o segundo em Espanha no crédito e em caução.
 A missão da CESCE é “potenciar o crescimento sólido a longo prazo, dos seus clientes, facilitando-lhes soluções inteligentes para a gestão do crédito comercial que abrangem toda a cadeia de valor do negócio – a prospeção de mercados, a gestão e a transferência de risco e o acesso ao financiamento”, explica Rita Lacerda, diretora-geral e country manager Portugal da CESCE. Ali trabalha-se para consolidar a estratégia de transformação numa companhia de referência na prestação de serviços de valor acrescentado de gestão do risco comercial. “Neste sentido, somos o melhor apoio para as empresas que vendem a crédito a outras empresas, através do desenho de soluções inovadoras.”

No que diz respeito ao Estado espanhol, a função da CESCE é cumprir com a sua obrigação pública como gestores do seguro de crédito à exportação, apoiando a atividade de internacionalização das empresas espanholas. Para tal, presta serviço de apoio a exportadores, investidores e entidades financeiras, nas suas atividades de internacionalização com elevados níveis de qualidade e cumprimento da normativa nacional e internacional que rege esta área. A empresa mantém também um alto nível técnico de análise de países e de valoração e subscrição dos riscos relacionados com as operações de internacionalização e aconselha na tomada de decisões dos organismos públicos designados para o efeito pelo regulamento do seguro de crédito à exportação.

A CESCE conta com um perfil financeiro “muito forte, baseado num capital de solvência e em resultados e indicadores sólidos que, atualmente, a convertem numa das empresas mais capitalizadas do mercado”. “No ano passado, por exemplo, a CESCE registou 28,9 milhões de euros de resultados, 27% mais do que no ano anterior.

 

Pay per Cover, Risk Management entre outros serviços

 A CESCE oferece aos clientes um serviço que além de incorporar um seguro de crédito mais evoluído, com uma cobertura elevada e rápida, apoia todas as fases da sua atividade comercial de forma modular. “Ajudamos o nosso cliente a identificar o seu problema e propomos uma solução adaptada às suas necessidades. Mas é o cliente que escolhe, com total flexibilidade.”

Através da apólice Pay per Cover, pode contratar-se “serviços à medida, sem a obrigação de assegurar toda a carteira de clientes e com a possibilidade de eleger que riscos se transfere para a CESCE”. A empresa também dispõe de ferramentas que permitem monitorizar “em tempo real” o risco na carteira do cliente e realizar um seguimento contínuo dos distintos níveis de risco, como o Risk Management. Tem também a apólice Master Ouro, que “elimina o limite máximo de indemnização” e com a qual a CESCE transformou o setor segurador português porque rompe com o princípio da globalidade. E dispõe ainda da apólice Full Cover, que “permite a cobertura da totalidade da carteira com preços distintos segundo a qualificação do devedor”.

Por outro lado – prossegue Rita Lacerda –, a CESCE continuou em 2018 com o processo de implantação de um modelo operativo global, tanto para a matriz como para as suas filiais internacionais. Este processo utiliza uma plataforma de gestão única e a mesma nomenclatura para os diferentes segmentos de negócio. Aqui estão integrados a maior parte dos processos críticos, como os riscos, o pós-venda, as recuperações ou o resseguro, aproveitando as capacidades e recursos disponíveis em Portugal, Espanha e na América Latina para dar serviço aos clientes em qualquer ponto do mundo onde a companhia está presente.

 

A operação é um êxito

 Rita Lacerda conta que o balanço da operação em Portugal é “muito positivo” e que a CESCE continua numa fase de “crescimento e progresso”. Isto porque desde 2003, quando se implantou em Portugal, a empresa oferece produtos e soluções que os bancos não podiam oferecer, tendo-se convertido numa referência no setor pela solvência e políticas sociais. A empresa tem evoluído de forma sustentável e no ano passado cresceu 19% em prémios emitidos e 10% em número de clientes. Também em 2018 a CESCE Portugal conseguiu garantir a sua política de responsabilidade social corporativa como um dos seus principais bastiões. E este ano alcançou um dos objetivos definidos, obtendo o certificado EFR (Empresa Familiarmente Responsável) pelo compromisso com a equipa e com a conciliação laboral e familiar dos seus empregados.

Vem aí o CESCE 360°

Este ano, a empresa vai lançar um produto novo – o CESCE 360°. Trata-se de uma apólice que garante o risco de fabrico cobrindo o incumprimento unilateral do contrato por parte do comprador, o incumprimento por parte do comprador em situação de insolvência e a impossibilidade de entregar o produto ou serviço objeto de contrato devido ao incumprimento das obrigações por parte do comprador.

 

 

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CESCE fomenta la integración de personas sin hogar gracias a su voluntariado de formación digital

  • La digitalización y la RSC, dos claves del Plan Estratégico 2020 de CESCE

Madrid, 16 de mayo de 2019.- CESCE se ha volcado este año con el apoyo a las personas sin hogar para fomentar su integración en el mercado laboral y en la sociedad. La compañía ha desarrollado esta labor, entre otros proyectos, a través de un taller de alfabetización digital para personas sin hogar, en colaboración con la ONG Desarrollo y Asistencia. En él han participado voluntarios de CESCE destinados a orientar laboralmente a una decena de usuarios.

A pesar de tener perfiles variados e historias personales muy diferentes, nuestros voluntarios han facilitado a los usuarios unas pautas básicas para la elaboración de sus curriculum vitae utilizando la tecnología. El personal de CESCE ha estado con ellos a lo largo de varias tardes, un tiempo en el que han podido compartir consejos, sugerencias, experiencias y vivencias, no solo profesionales sino también personales.

María Roldán, directora del programa de inserción socio-laboral de Desarrollo y Asistencia, ha destacado la importancia que tiene para las personas que reciben esta formación reinventarse como trabajadores, mantenerse activas y aprender los nuevos usos digitales para no quedar excluidas del mercado laboral.

Tras la realización del proyecto y como muestra del compromiso de la Alta Dirección con el voluntariado corporativo, el Presidente de CESCE, Fernando Salazar, convocó a un desayuno informativo en el que se intercambiaron opiniones, inquietudes y propuestas para el futuro desarrollo de la Responsabilidad Social Corporativa (RSC) en la compañía.

La digitalización y la RSC son dos de las claves principales del Plan Estratégico 2020 de la empresa que apuesta, además, por la internacionalización y el apoyo a las pymes, así como por el cumplimiento de la Agenda 2030 de Naciones Unidas en la lucha contra la pobreza.

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Manuel Fernando Antunes Alves, Director de Operaciones por Cuenta Propia de CESCE: “Portugal es un mercado natural para las empresas españolas”

  • CESCE asegura a 3.000 empresas que exportan a Portugal, un país con 10 millones de habitantes que concentra el 7,4% de las exportaciones españolas

 

  • España representa el 21,5% de las inversiones en Portugal, donde hay más de 2.000 filiales españolas

 

Madrid, 14 de mayo de 2019.- El Director de Operaciones por Cuenta Propia de CESCE, Manuel Fernando Antunes Alves, ha participado esta mañana en la jornada sobre “Portugal. Un país de oportunidades”, que ha organizado el Banco de Sabadell en su auditorio de Madrid, en el marco de su ciclo de conferencias “Exportar para Crecer”. El programa tiene como colaboradores a CESCE, amec, AROLA, ESADE, GARRIGUES, COFIDES y AENOR y pretende fomentar la internacionalización  y facilitar la exportación.

En el marco de la primera mesa redonda, que se ha desarrollado bajo el título “El mercado”, Alves ha destacado las numerosas similitudes entre las economías portuguesa y española, en relación con el tejido empresarial y comercial, y ha remarcado el creciente potencial de la economía portuguesa. “Portugal es una economía complementaria y natural de España, en la que los patrones de consumo son muy parecidos”, ha explicado. Además, ha señalado que “es un país seguro, con las cuentas en situación correcta, sin corrupción, con talento y con oportunidades para hacer negocios”. Alves ha subrayado que, en la actualidad, CESCE asegura y asesora a 3.000 empresas españolas que exportan a Portugal. La compañía cuenta, además, con 500 clientes directos en el país vecino y con 40.000 empresas españolas y portuguesas sobre las cuales tenemos una clasificación crediticia en CESCE y asumimos riesgo. “Portugal es un mercado natural para las empresas españolas, es el paso inmediato más obvio para las empresas que empiezan a internacionalizarse”, ha añadido.

El Director de Operaciones por Cuenta propia de CESCE -compañía que tiene oficinas en Oporto y Lisboa- ha destacado también que, a la hora de emprender negocios en el país vecino, la principal recomendación es atender a las particularidades del mercado portugués, fuertemente marcado por una distribución muy local, por un tejido empresarial formado por pymes y por los retrasos e impagos entre empresas. En este sentido, Alves ha recordado que, según las estadísticas de la filial de CESCE, Informa D&B, Portugal registra una media de retrasos en los pagos de 30 días, mientras que la media de la UE se sitúa en 10. Para hacer frente a esta realidad, el Director de Operaciones por Cuenta Propia de CESCE ha recomendado a las empresas exportadoras hacer una “clasificación, analizar su capacidad de asumir riesgos y estudiar cuáles son los que quieren transferir”. Además, ha recordado que CESCE dispone de las herramientas necesarias para asesorarles en esta materia y para asegurarles con garantías.

En la mesa también ha participado Joan Tristany, Director General de amec, una asociación empresarial que tiene suscrito un acuerdo de colaboración con CESCE y que aglutina a 350 empresas, el 70% de las cuales exporta con regularidad a Portugal. Para el 10% de esas empresas, Portugal se encuentra entre los tres primeros destinos de sus exportaciones. Tristany ha destacado que la española y la portuguesa “son dos economías sincronizadas, entre las que hay una gran interdependencia en cuanto a relaciones comerciales y de inversión”. Además, Tristany ha subrayado que “el entorno jurídico y de negocios de Portugal determina que no haya tantos riesgos” y ha apuntado que “la estructura empresarial de Portugal es muy parecida a la española y esto juega como oportunidad y minimiza el riesgo”. El Director General de amec ha recomendado a las empresas exportadoras atender a 5 realidades que ha denominado “las 5P: proximidad cultural y geográfica, pymes, mercado pujante, país-plataforma y precaución en los cobros”.

La mesa redonda, moderada por Mabel Santaella, Directora Territorial de Negocio Internacional de Banco Sabadell, ha contado también con la participación de Luis Loredo, Director Gerente de Plafesa, cliente de CESCE; Jenaro Ayuso, Presidente de Publioferta, y José Rijo, miembro de la Comisión Ejecutiva del Grupo Rangel, agente de AROLA en Portugal.

Portugal, una economía reorientada hacia la exportación

En la actualidad, Portugal cuenta con 10 millones de habitantes y su territorio concentra el 7,4% de las exportaciones españolas. Además, el 21,5% de las inversiones en Portugal procede de nuestro país, que es ya el segundo inversor en el mercado luso. Su proximidad geográfica y cultural y sus conexiones con países como Angola, Cabo Verde, Mozambique y Santo Tomé la convierten en una placa comercial giratoria de extraordinaria magnitud. La previsión económica se mantiene positiva y en enero de 2019 las exportaciones portuguesas crecieron por encima del 7%.

La recuperación de Portugal es una realidad creciente. Así lo ha asegurado el embajador de Portugal en España, Francisco Ribeiro de Menezes, durante la inauguración de la jornada. De Menezes ha señalado que “tras una larga crisis y un rescate en toda regla, Portugal ha logrado la estabilidad. Hoy Portugal crece, exporta más, crea empleo y riqueza de manera sostenible; la economía se ha reorientado hacia la exportación con un claro impacto en la Balanza de Pagos por cuenta corriente”. El representante de Portugal en nuestro país ha afirmado que, hoy en día, hay un elevado grado de integración entre las cadenas de valor y del tejido empresarial de ambos países. “Portugal es una apuesta ganadora: es el país con mayor número de filiales españolas, más de 2.000 empresas, muchas de ellas, pymes; más de 6.000 empresas portuguesas venden a España; y, además, en España hay 400 empresas con capital portugués”, ha explicado.

Según el embajador, “Portugal registra un superávit en términos primarios y, en sectores como las tecnologías, componentes, autos y aeronáutica, el valor portugués suma talento con precios competitivos”. De Menezes se ha felicitado por “la relación de entendimiento, de confianza y de búsqueda de proyectos comunes” que hay entre España y Portugal y ha recordado que “un cuarto de las ventas de bienes de equipo de Portugal van a España y un tercio de las compras proceden de nuestro país”. El embajador ha concluido que “España se ha consolidado como primer socio, primer cliente y proveedor” de Portugal.

 

 

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La Secretaria de Estado de Comercio destaca la labor de CESCE en Perú

  • El país andino concentra más de 1.427 millones de euros en coberturas, el 40,6% del seguro emitido por cuenta del Estado en 2018
  • España es el primer inversor en Perú, con exportaciones por valor de 900 millones de euros anuales

Madrid, 8 de mayo de 2019.- La Secretaria de Estado de Comercio, Xiana Margarida Méndez, ha destacado hoy la labor de CESCE en Perú durante la XVI edición de premios de la Cámara de Comercio de Perú en España, celebrada esta tarde en la sede de la CEOE en Madrid.

Xiana Margarida Méndez ha señalado que España mueve anualmente 900 millones de euros en exportaciones a Perú y que somos el primer país inversor en el país andino.
La secretaria de Estado de Comercio ha  subrayado también el papel de CESCE como instrumento para la internacionalización de las empresas españolas y para el impulso del comercio exterior y ha destacado que actualmente la compañía presta cobertura y asesoramiento en una de las operaciones comerciales más importantes que están en marcha en Perú: la remodelación de la refinería de Talara. Se trata de un proyecto para el que CESCE ha emitido pólizas por valor de 1.350 millones de euros. Perú concentra más de 1.427 millones de euros en coberturas, el 40,6% del total del seguro emitido por cuenta del Estado en 2018.
El acto contó, además, con la asistencia, entre otros representantes, del embajador de Perú en España, Claudio de la Puente Ribeyro; del Presidente del Instituto de Crédito Oficial (ICO), José Carlos García de Quevedo, y del secretario permanente del Consejo de Empresarios Iberoamericanos (CEIB), Narciso Casado.
En el transcurso del evento -organizado por la Cámara de Comercio de Perú en España y por la patronal CEOE- se entregaron los premios a la mejor iniciativa emprendedora, a la diseñadora peruana, Narcissa Vara; a la Fundación CODESPA, como institución que fomenta la cooperación entre España y Perú y tres premios a empresarios peruanos residentes en España, entre ellos, Magali Ferrari, la propietaria del Restaurante El Inca, el restaurante peruano más antiguo de Madrid.
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Las ayudas de CESCE y otras empresas permitieron a FEDER atender a más de 1.000 menores con enfermedades poco frecuentes en 2018

 

  • CESCE contribuyó con 24 proyectos de ayuda destinados a mejorar la calidad de vida de los afectados y sus familias

 

  • Los gastos por enfermedad suponen más del 20% de los ingresos para casi el 30% de las familias con algún miembro afectado por estas patologías

 

 

Madrid, 8 de mayo 2019.- La Federación Española de Enfermedades Raras (FEDER) ha dado a conocer el resultado de las ayudas otorgadas gracias a los Fondos FEDER 2018. Entre todas las aportaciones, destacó la partida específica destinada a menores con enfermedades poco frecuentes sustentada gracias al apoyo, entre otras empresas, de CESCE, y que ha permitido en conjunto el acceso a atenciones y tratamientos a más de 1.000 menores afectados. La colaboración de CESCE, junto a otras entidades, ha ayudado a muchas familias de menores afectados a mejorar su calidad de vida.

 

El impacto económico de las enfermedades poco frecuentes para las familias

El impacto de una enfermedad de estas características tiene graves consecuencias para el paciente pero también para la familia. En concreto, el 44% de ellas tiene que invertir parte de la economía familiar para pagar medicamentos pero también para cubrir fisioterapia (35%), tratamientos médicos (34%), transporte (28%) y productos de ortopedia (27%).

En suma, estos gastos por enfermedad suponen más del 20% de los ingresos para casi el 30% de estas familias; una cifra que se ha reducido en comparación con los datos de 2009. Sin embargo, la situación continúa preocupando al colectivo ya que, a día de hoy, sólo un 41% del colectivo recibe una prestación por causa de su enfermedad, la mitad de esas ayudas, de menos de 500 euros mensuales.

Por este motivo, FEDER, con la colaboración de CESCE, creó una partida específica de ayudas dirigidas a menores dentro de los Fondos FEDER encaminada a la financiación de terapias como la psicología, la ayuda mutua, la terapia ocupacional, la fisioterapia, los cuidados físicos y el autocuidado, las terapias alternativas, la estimulación sensorial, la logopedia o la terapia con animales.

FEDER ofrece servicios de acompañamiento, orientación y atención psicológica destinados a dotar a las familias de toda la información disponible, a facilitar el acceso a los especialistas y recursos adecuados, a establecer redes de comunicación entre pacientes y a gestionar la aceptación de la situación. Sin embargo, en muchas ocasiones, las familias deben hacer frente al pago de terapias que tienen un elevado coste, lo que supone un enorme esfuerzo económico.

 

El apoyo de CESCE permite implementar nuevos proyectos a diversas asociaciones

Algunos de los proyectos que han podido implementarse gracias a las ayudas de CESCE y otros organismos (y que han sido seleccionados por un Comité Externo compuesto por un jurado de cuatro miembros dentro del Consejo General de Trabajo Social) son el Programa de Atención a Familias Afectadas por Tay-Sachs y Sandhoff de la asociación Acción y Cura para Tay Sachs, los talleres de Autonomía personal en síndrome de Rett de Asociación Española de Síndrome de Rett, los Bonos de fisioterapia para personas con Osteogénesis Imperfecta o el servicio de logopedia de la Asociación de Discapacitados y Enfermedades Raras de Ibi y Comarca.

Juan Carrión, presidente de FEDER y su Fundación, ha anunciado su satisfacción por la colaboración activa de CESCE con los proyectos FEDER y con los pacientes, un apoyo que permite el desarrollo de nuevos proyectos.

Para CESCE,  el apoyo a la salud es uno de los ejes de la responsabilidad social corporativa. Especialmente, el apoyo a las enfermedades que suponen otros impactos añadidos, como el desgaste emocional que genera la lucha frente a una enfermedad desconocida, la burocracia que implica el acceso a los recursos, el elevado coste de las terapias o la necesidad de contactar con otros afectados. Por eso, desde CESCE mantenemos activo nuestro compromiso con los enfermos y sus familias.

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Reportaje sobre CESCE en Expansión

Cesce cubre con 3.500 millones negocios internacionales de empresas españolas

 

Madrid, 3 de mayo de 2019.- Cesce aseguró con 3.519 millones de euros los riesgos de los proyectos internacionales de las empresas españolas y de los bancos financiadores de estas operaciones en 2018 a través del seguro de crédito a la exportación. La aseguradora aportó esta cobertura el año pasado a través de la Cuenta del Estado, de quien es agente gestor.

El riesgo vivo acumulado por Cesce para blindar la actividad exterior de las empresas españolas asciende a 15.153 millones de euros. Bajo este paraguas se resguardan grandes proyectos como el AVE a La Meca, el Canal de Panamá o la ampliación del Metro de Dubái, explica Fernando Salazar, presidente ejecutivo de la aseguradora.

Cesce está controlada por el Estado, que tiene en 50,25% de su capital, mientras que Grupo Santander tiene una participación del 23,88% y BBVA, del 16,3%. El restante, 9,5% se reparte entre otros bancos y aseguradoras, entre las que figura Mapfre.

La aseguradora, a través de la Cuenta del Estado, puede asumir los riesgos políticos, comerciales y extraordinarios en todos los países del mundo menos en EEUU, UE (excepto Grecia), Noruega, Suiza, Islandia, Japón, Australia, Nueva Zelanda y Canadá.

Fondo

El Fondo de Reserva de los Riesgos de la Internacionalización (FRRI), gestionado por el Consorcio de Compensación de Seguros, del Ministerio de Economía, es el encargado de pagar las indemnizaciones que se fijen, para los que el año pasado disponía de más de 1.200 millones.

Perú concentra el 40,6% de la protección aportada en 2018 a empresas españolas, explica Salazar. La operación principal, con 1.350 millones de euros, es la renovación de la refinería de Talara encargada a Técnicas Reunidas que está financiada con un crédito de 1.147 millones de Deutsche Bank, como banco agente, con la participación de BBVA, BNP Paribas, Citi, HSBC, JPMorgan y Santander.

En España están localizadas 66 operaciones con clientes extranjeros, con una cobertura total de 586 millones, que representan el 16,6% del total asumido por Cesce el año pasado en su cobertura por la cuenta del Estado.

La principal es la construcción del crucero Ritz-Carlton por Hijos de J. Barreras, con una suma total asegurada de 262 millones de euros. CaixaBank es el banco agente de la financiación con un sindicato de seis bancos.

En Emiratos Árabes, Cesce cuenta con cuatro operaciones con un compromiso total de 507,7 millones. La principal operación es la ampliación encargada a Acciona del metro de Dubái de cara a la Exposición Universal de 2020 que se celebrará en este país.

Como consecuencia de su apoyo a las empresas españolas, el Estado se ha convertido en propietario del 3,1% de Abengoa, tras la renegociación de parte de los créditos a esta sociedad que se convirtieron en acciones.

La cobertura de impagos por cuenta del Estado es una de las dos actividades de Cesce. La otra, por cuenta propia, le lleva a competir en el mercado con aseguradoras como Catalana Occidente y Mapfre.

En este segmento, Cesce alcanzó el año pasado un volumen de primas de 112 millones, un 2% más que en 2017. “Es un mercado muy competitivo donde las primas han caído por la guerra de precios que saltó cuando empezó a remitir la crisis”, afirma Salazar. Cesce ganó el año pasado 28,8 millones, un 27% más, y destinará esta cantidad a dividendo. La entidad prevé la aprobación de un dividendo extra de 9,5 millones.

El presidente de Cesce afirma que la entidad negocia aumentar su participación del 23% en su homologa Smaex, de capital público. El objetivo es llegar al 49,9% y ser el socio tecnológico de la empresa y del gobierno marroquí.